A MÚSICA E A APRENDIZAGEM
Quando um bebê nasce, seu cérebro é uma confusão de neurônios todos aguardando para serem tecidos na intricada tapeçaria da mente. Eles são puros e de um potencial quase infinito, circuitos não programados, que um dia poderão compor músicas. Se os neurônios forem estimulados eles passaram a fazer parte integrante da circulação do cérebro pela conexão a outros neurônios. Se eles não forem estimulados, poderão morrer. São as experiências da infância determinando quais neurônios serão desenvolvidos e quais habilidades serão desenvolvidas.
O cérebro lógico que é a habilidade de resolver cálculos matemáticos e a lógica, se desenvolve do nascimento aos 4 anos. Nesse período observa-se que criança cujas mães falam mais com elas nesse período tem vocabulário maior que outras com mães mais taciturnas. Aulas de música nesse período podem ajudar no desenvolvimento de habilidades espaciais. O cérebro musical se desenvolve dos 3 aos 10 anos. Nesse período há a necessidade de cantar músicas para as crianças: melódicas e estruturadas, clássicas principalmente. Se ela demonstra aptidão ou interesse musical deve aprender a tocar um instrumento o mais cedo possível. Assim, o Ensino Fundamental coincide com o período em que o cérebro está aberto a aprendizagem musical.
Segundo a Assessora de Comunicação do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a
Infância), em Brasília, Florrance Bauer,
“a música atrai a criança, serve de motivação, deixa-a mais atenta e é
um instrumento de cidadania, contribuindo para a elevação de sua
auto-estima. A isso se deve o grande número de projetos de educação
através da música no Brasil e seu sucesso.”
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